O Governo do Estado de São Paulo lançou, nesta quinta-feira (3), o programa “São Paulo pra Toda Obra” em cerimônia realizada no Palácio dos Bandeirantes. A iniciativa prevê um investimento inicial de R$ 30 bilhões para a execução de 1.500 projetos públicos e privados, impulsionando o desenvolvimento urbano e aprimorando a infraestrutura em diversas regiões do estado.
Nesta primeira fase, serão iniciadas 62 novas obras, incluindo 61 estradas vicinais e uma estrada estadual. O objetivo é melhorar a mobilidade, gerar empregos e fortalecer a economia local. O projeto também inclui obras que já estão em andamento e que tiveram seus projetos aprimorados.
Durante o evento, o governador Tarcísio de Freitas destacou a importância e a abrangência do programa:
“É o maior programa de modernização da nossa história recente. É obra pra quem está perto e pra quem está longe. É um projeto que vai gerar empregos, cuidar das pessoas, mostrar mais uma vez que estamos comprometidos em fazer o estado de São Paulo ser referência na mobilidade também” disse.
Obras serão distribuídas por todo o estado
As intervenções acontecerão tanto na capital quanto no interior, buscando reduzir desigualdades regionais e promover um crescimento equilibrado. Além das rodovias, as obras abrangem áreas como mobilidade urbana, habitação, educação e saúde, visando atender às necessidades da população e proporcionar maior qualidade de vida.
No caso das estradas vicinais, a execução seguirá um modelo em que as prefeituras são responsáveis pela elaboração dos projetos, enquanto o governo estadual se encarrega da contratação e execução das obras.
De acordo com a secretária de Meio Ambiente, Infraestrutura e Logística do Governo do Estado de São Paulo, Natália Resende, essas vicinais não terão pedágio, garantindo que a população possa se deslocar sem custos adicionais.
Prazo estipulado
O programa apresentado nesta quinta-feira tem um prazo definido pelo Governo de São Paulo: o fim do mandato de Tarcísio de Freitas. É estimado que os investimentos, que partem de R$ 30 bilhões, podem chegar até a R$ 100 bilhões até o final de 2026. A ideia é que a maioria das obras sejam finalizadas até o final de dezembro, deixando poucos projetos em andamento.
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