Farmacêuticas elogiam Nísia e pedem a Padilha continuidade em políticas

Farmacêuticas elogiam Nísia e pedem a Padilha continuidade em políticas

O grupo FarmaBrasil, que reúne as maiores farmacêuticas do Brasil, emitiu posicionamento nesta quarta-feira (26) em que elogia políticas industriais estabelecidas pela ministra demitida da Saúde, Nísia Trindade, e pede a continuidade destas ações ao ministro a ser empossado, Alexandre Padilha.

Segundo o setor, Nísia realizou à frente do Ministério “grandioso trabalho” para avanço da saúde pública e liderou o fortalecimento do complexo industrial.

O grupo destacou o braço de Saúde da política industrial do governo, que alavancou R$ 39,5 bilhões em investimentos.

Nísia assumiu a Saúde em meio à tendência de fortalecimento de indústrias nacionais de saúde mundo afora — preocupação alimentada pela pandemia de Covid-19, em que países capazes de produzir insumos internamente saíram à frente no combate ao vírus. O setor reconhece avanços nesta frente.

O último ato da ministra demitida, inclusive, foi o anúncio da produção, em larga escala, da primeira vacina 100% nacional e de dose única contra a dengue. Após este evento, Lula demitiu Nísia e comunicou Padilha de que assumiria o cargo.

“Confiamos na capacidade de Padilha para conduzir o Ministério e estreitar diálogo com a iniciativa privada”, escreveu Reginaldo Arcuri, presidente-executivo do grupo.

“O fortalecimento dessa cooperação será fundamental para o Brasil ampliar a capacidade produtiva nacional e garantir que avanços conquistados nos últimos anos sejam intensificados.”

No posicionamento, o setor defende que Padilha teve papel relevante em fortalecer o sistema de saúde e o complexo industrial da saúde no Brasil em sua primeira passagem pela pasta, no governo Dilma 1 (2011 a 2014).

O petista esteve à frente de iniciativas como a consolidação de mais de 100 parcerias para o desenvolvimento produtivo (PDPs), que abrangeram medicamentos avançados – como os biotecnológicos -, fortalecimento do quadro de funcionários da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) e ampliação do programa Farmácia Popular.

Cada R$ 1 na saúde pública gera R$ 1,61 no PIB, aponta pesquisa



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