Trump critica tarifas de outros países e promete independência econômica

Trump critica tarifas de outros países e promete independência econômica

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, criticou nesta quarta-feira (2) a implementação de tarifas pelos parceiros comerciais dos EUA e prometeu independência econômica ao país.

“Os nossos contribuintes têm sido roubados nos últimos 50 anos, mas isso não vai mais acontecer”, afirmou. “Esse é um dos dias mais importantes da história americana. É a nossa declaração de independência econômica. Trabalhadores americanos foram deixados de lado enquanto outras nações ficaram ricas as nossas custas”, acrescentou o presidente.

A declaração do líder americano aconteceu no chamado “Dia da Libertação”, em que Trump anunciou uma série de medidas tarifárias. As novas tarifas passam a valer a partir deste sábado (5).

O presidente dos EUA chegou a mencionar que as tarifas recíprocas não serão iguais para todas as nações, sendo mais duras para alguns países.

Trump afirma que as tarifas farão “a América rica novamente”, e que elas são a “declaração de independência econômica” do país.

“2 de abril de 2025 será sempre lembrado como o dia que a indústria americana renasceu”, prosseguiu o republicano.

Ainda durante o discurso, Trump anunciou a taxação de 25% sobre carros importados para os Estados Unidos. A media já havia sido sinalizada anteriormente, e entra em vigor a partir de quinta-feira (3).

Mesmo que mais fabricação automotiva se desloque para os EUA, os americanos devem pagar preços mais altos devido ao maior custo da produção doméstica ou ao aumento dos custos de importação de carros.

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Influência no mercado brasileiro

O presidente americano também anunciou uma tarifa recíproca de 10% para o Brasil, com o objetivo de corrigir “injustiças” nas relações comerciais do país.

Em março, a Casa Branca já havia imposto uma tarifa de 25% sobre todas as importações de alumínio e aço.

Expectativa do mercado mundial

A expectativa em torno do anúncio mexeu nesta quarta-feira (2) com o mercado financeiro global.

Na Ásia, o índice japonês Nikkei atingiu seu nível mais baixo desde setembro.

Considerado um ativo seguro, o ouro manteve-se próximo de máximas recordes.

e as ações europeias caíam nesta quarta-feira, bem como os futuros dos índices americanos S&P e Nasdaq.



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